terça-feira, 2 de julho de 2013

Praça Dois de Julho | Campo Grande | Símbolo da Resistência da Independência da Bahia

 2 de Julho, Independência da Bahia!
Uma data cívica fundamental na história dos baianos, quando expulsaram colonizadores portugueses do Brasil ( 10 meses após o grito do Ipiranga de D. Pedro I, em 1822).
 Essa linda praça tem muitas histórias para contar; palco de batalhas, passeios, conversas...
No final do século XIX, no governo republicano de Rodrigues Lima, a praça foi ricamente ornamentada e recebeu a configuração que hoje ostenta, com monumentos grandiosos encomendados na França, evocando  os heróis das lutas pela Independência da Bahia.
Na primeira foto, uma das Entradas da Praça, em frente ao Teatro Castro Alves
 Pergolato
Lembro demais daqui, quando era pequena...
 O monumento, projeto de Carlo Nicoli, que utilizou símbolos universais para representaras batalhas travadas pelos heróis da Bahia; comemora a entrada do Exército Pacificador em 2 de Julho de 1823.
Compõe o monumento um pedestal de mármore carrara, formado por dois corpos e escadarias do mesmo material.
Assentado sobre o pedestal, ergue-se uma elegante coluna de bronze, da ordem corintia, encimada garbosamente pela figura de um índio armado de arco e flecha, simbolizando o Brasil, e que representa um ato de afirmação, nacionalidade e liberdade. 
Medindo exatos vinte e cinco metros e oitenta e seis centímetros, o Monumento ostenta alegorias, símbolos e quadros que representam batalhas campais, nomes dos heróis que trabalharam em prol de nossa emancipação, os principais rios da Bahia: "o São Francisco" e "o Paraguaçu" – "a Cachoeira de Paulo Afonso" e outras tantas representações.
(via Wikipédia)
A grandiosidade do monumento ao 2 de Julho, atrai olhares para o centro do Largo do Campo Grande.
 Um dos oito candelabros de ferro fundido, com sete metros de altura com globos redondos
 O Monumento possui, em seu perímetro, um passeio de mármore de Carrara formado por mosaicos em variadas cores, fechado por um gradil de ferro fundido, onde figuram, em baixo relevo, as armas da República e da cidade.
O pedestal superior de mármore, em forma quadrangular, tem, no meio da face da frente, as armas da República e sobre elas o lema da democracia:
Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Netuno que representa o Rio São Francisco
 Sobre as colunas elevam-se troféus de armas e objetos indígenas, artisticamente combinados.
Encostada ao pedestal, a mulher de colo ereto envolvida numa bandeira empunhada com vigor, que representa a Bahia, proclamando a sua liberdade.
 Quatro leões que representam as batalhas
 Águia com grandes asas abertas, pousando sobre canhões, âncoras, estandarte da Metróple, com um escudo circulando de uma grinalda de folhas de café.
As armas ou divida da cidade coma inscrição:
Sic illa ad arcam reversa est
 Catharina Paraguassú, tendo em uma das mãos uma arma em posição defesa e na outra um escudo, em que está gravado, com letras de ouro, "Independência ou Morte".
Um segundo passeio, com orla de cantaria e mosaicos em mármore preto, cinza e branco circula o anterior, onde foram montados oito bem trabalhados candelabros em ferro fundido, com sete metros de altura, encimados por quatro grandes globos redondos.
Não se faz mais praças como antigamente...
Deus abençoe.

2 comentários:

Ca disse...

Achei linda essa praça. História, construções e arte, amei! Bjs.

Donna Gatta disse...

Carol,
Quanto tempo...Que praça!
Fique na paz do Senhor!
Bjs.