segunda-feira, 30 de abril de 2012

Campo de Abacaxis

Vale a pena ler
O Senhor vai falar com você nesta manhã abençoada.
Sempre é muito bom ler tudo o que fala sobre Deus, edifica a nossa vida, nos restaura, renova, nos faz ter certeza de que temos um Pai que nos ama profundamente.
A história do Campo de Abacaxis aconteceu na Nova Guiné, ela durou sete anos.
É uma ilustração profunda de um princípio Bíblico básico aplicado.
Ao ler este relato original, você descobrirá que ele é um exemplo clássico de lutas que cada um de nós enfrenta, até que aprendo a aplicar o princípio de renúncia aos direitos pessoais.
Minha família e eu trabalhamos com pessoas bem no meio da selva.
Um dia resolvi levar para aquela região alguns abacaxis.
O povo já tinha ouvido falar de abacaxis. Alguns já os havia provado, mas não tinham meios para conseguí-los.
Levei então mais de cem mudas de uma outra missão. Contratei um homem da aldeia e ele plantou todas as mudas.
Eu o paguei pelo serviço prestado (com sal e diversas outras coisas que necessitava), e durante dias ele trabalhou.
Precisei ter muita paciência  até que as pequenas mudas de abacaxis se tornassem arbustos grandes e produzissem frutos.
Demorou 3 anos.
No meio da selva, você às vezes tem saudade de comer frutas e verduras frescas.
Finalmente no terceiro ano, pudemos ver surgir abacaxis de dar "água na boca", e só estávamos esperando o Natal chegar, porque é nesta época que eles ficam maduros.
No Natal, minha esposa e eu saimos anciosos para ver se algum abacaxi já estava pronto para ser tirado do pé, mas tivemos uma surprêsa desagradável após a outra.
Não conseguimos nem um só abacaxi. Os nativos haviam roubado todos!
Eles o roubam antes de ficarem maduros. É costume deles roubarem as frutas antes que amadureçam e assim o dono não a possa colher.
Aqui estou eu, um missionário, ficando com raiva dessas pessoas.
Missionários não devem ficar com raiva, vocês todos sabem disso, mas eu fiquei e disse a eles: - Rapazes, eu esperei três anos por esses abacaxis e não consegui colher um único deles. Agora outros estão amadurecendo, e se desaparecer mais um só destes abacaxis, fecharei  a Clínica.
Minha esposa dirigia a Clínica, ela dava gratuitamente todos os remédios àquela gente, eles não pagavam nada!
Nós estávamos nos desgastando, tentando ajudá-los, cuidando de seus doentes e salvando a vida de suas crianças.
Os abacaxis não ficaram maduros e, um por um, foram roubados!
Então, achei que deveria me defender deles.
Eu simplismente não podia deixar que fizessem comigo o que queriam... Mas a verdadeira razão não era esta. Eu era uma pessoa egoísta que queria comer abacaxis.
Fechei a Clínica.
As crianças começaram a adoecer porque a vida era bastante difícil naquela região.
Vinham até nós pessoas com gripe, tossindo, pedindo remédio e nós dizíamos: - Não! Lembrem-se que vocês roubaram nossos abacaxis. - Não fui eu! - Eles respondiam. - Foram os outros que fizeram isso.
E continuaram tossindo e pedindo.
Não conseguimos manter a nossa posição, reabrimos a Clínica e eles continuaram roubando os nossos abacaxis.
Fiquei novamente louco, com raiva e resolvi fechar o armazém.
No armazém eles compravam fósforo, sal, anzóis etc... Antes eles não tinham essas coisas, por isso não iriam morrer sem elas, pensei.
Comuniquei minha decisão: - Vou fechar o armazém, vocês roubaram mais abacaxis.
Fechamos e começaram a resmungar: - Vamos embora daqui por que não tem mais sal. Se não há mais armazém, não há vantagem para ficarmos aqui com esse homem. Podemos voltar para nossas casas na selva - e se mudaram para a selva.
Lá estava eu sentado comendo abacaxi, sem as pessoas na aldeia, sem Ministério, sem condições de aprender a língua para traduzir a Bíblia para eles.
Falei com minha esposa: - Podemos comer abacaxi nos Estados Unidos, se é só isso que temos para fazer aqui.
Uns nativos passaram por ali e eu pedi para avisar que na segunda-feira, abriria novamente o armazém.
Pensei e pensei em como resolver o caso dos abacaxis...
Meu Deus! Deve haver um jeito.O que posso fazer?
Chegou o tempo da minha licença e aproveitei para ir a um Curso Intensivo de Jovens.
Lá, ouvi que deveríamos entregar tudo a Deus.
A Bíblia diz que: Se você der, você terá; se quiser guardar para si, perderá tudo.
Dê todas as suas coisas a Deus e Ele zelará para que você tenha o suficiente.
Este é um princípio básico. Pensei o seguinte: - Você não tem nada a perder. Vou entregar o caso dos abacaxis a Deus. Eu sabia que não seria fácil fazer esse sacrifício!
Sacrificar significa entregar gratuitamente algo que você gosta muito, mas eu decidi dar a plantação a Deus e depois ver o que Ele faria.
Assim, sai para a plantação à noite e orei: - Pai, o senhor está vendo estes pés de abacaxi? Eu lutei muito para colher alguns. Discuti com os nativos, exigi meus direitos. Fiz tudo errado, estou compreendendo agora. Reconheço o meu erro e quero entregar tudo ao Senhor. De agora em diante, se o Senhor quiser me deixar comer algum abacaxi, eu aceito; caso contrário, tudo bem, não tem problema.
Assim, eu dei os abacaxis a Deus e os nativos continuaram roubando as frutas como de costume.
Pensei com meus botões: - Deus não pode controlá-los.
Então, um dia eles vieram falar comigo: - TU-UAN (que significa estrangeiro), o senhor se tornou cristão não é verdade?
Eu estava pronto para dizer:- Escute, eu sou cristão há 20 anos! - Mas em vez disso eu perguntei: - Por que você estão me perguntando isso?
- Porque o senhor não fica com raiva quando roubamos abacaxis - eles responderam.
Isso me abriu os olhos. Eu finalmente estava vivendo o que vivia pregando a eles.
Eu lhes tinha dito que amassem uns aos outros, que fossem gentis mas sempre exigia os meus direitos, e eles sabiam disto.
Depois de algum tempo, alguém perguntou: - Porque o senhor não fica mais com raiva?
- "Eu passei a plantação" - respondi, ela não pertence mais a mim; por isso vocês não estão roubando mais os meus abacaxis. Eu não tenho motivos para ficar com raiva.
- Um deles arriscando perguntou: - Para quem o senhor deu a plantação? Então eu disse: - " Dei para Deus".
Deus? - Exclamaram todos. Ele não tem abacaxi onde mora!?
- Eu não sei se Ele tem ou não abacaxi onde mora, respondi. Eu simplesmente lhe dei os meus abacaxis.
Eles voltaram para a aldeia e disseram para todos:- Vocês sabem de quem estamos roubando abacaxis? - Tu-uan os deu a Deus.
Começaram a pensar sobre o assunto e falaram entre eles: - Se os abacaxis são de Deus, agora não devemos mais roubá-los.
Eles tinham medo de Deus e os abacaxis começaram a amadurecer.
Os nativos vieram para lhe avisar: - Tu-uan, seus abacaxis estão amadurecendo. - Não são meus, eles pertencem a Deus, respondi.
- É melhor o senhor comer, por que senão eles vão apodrecer.
Colhi alguns e também deixei alguns para os nativos. Quando me sentei à mesa com minha família para comê-los, eu orei: - Senhor, estamos comendo seus abacaxis, muito obrigado por me dar alguns.
Durante todos os anos que estive com os nativos, eles estiveram me observando e prestando atenção às minhas palavras, eles viam que as duas coisas não combinavam. E quando eu comecei a mudar, eles mudaram também.
Em pouco tempo, muitos se tornaram cristãos.
O princípio da entrega a Deus estava funcionando realmente. Eu quase não acreditei...
"E mais tarde comecei a entregar outras coisas para Deus"
"O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e ti dê a paz." - Números 6.24 a 26

Fonte: Livro de Jamie Kemp - A verdadeira Felicidade (estudo sobre Bem Aventuranças)
Editora Sepal.
Que o Senhor nos dê sabedoria e discernimento em todas as coisas.
Amém.
Que Deus nos abençoe.

domingo, 29 de abril de 2012

Fórmula Indy 300 | São Paulo

O Sambódromo do Anhembi novamente foi palco da largada e da cerimônia de pódio da São Paulo Indy 300
 Será que dá para ver alguma coisa?
 Apesar do frio em São Paulo neste domingo, estava cheio.
Com Rubens Barrichello, Helio Castro Neves, Bia Figueiredo, Tony Kanaan , entre outros... Mas o vencedor foi...
 O australiano Will Power (pela terceira vez).
Único piloto da Indy a vencer o circuito do Anhembi, Power disse também não há segredo para vencer a etapa paulista.
 "Não existe um ponto que eu seja melhor do que os outros. São vários detalhes. Não tem segredo. É preciso ter sorte, uma boa estratégia e não cometer erros. Assim que se ganha corrida. Quando junta tudo, você acaba sendo mais rápido".

É isso aí.

Deus abençoe.

William & Kate

Hoje, 29 de Abril de 2012, o casamento real de Kate Middleton e o Príncipe William completa um ano.
Um ano cheio para um dos casais mais queridinhos do mundo.
Deus abençoe.

Pizzaria Monte Verde no Itaim | "Da Série Peixe Urbano".

Desde outubro de 1956
Na Rua João Cachoeira, 1593 - Itaim Bibi
Fomos no sábado passado, último dia da validade do nosso cupom (26/04). Caiu uma chuva daquelas em São Paulo e o trânsito ficou mais insuportável.
Atrasamos muito para chegar. Havíamos marcado com um amigo; ainda bem, por que a fila já estava "dobrando o quarteirão". Ele havia trocado de mesa uma vez, e quando chegamos, trocou novamente. Sabe o que foi? Goteiras! Outra coisa, a cobertura articulada com telhas metálica, fazia um barulho horrível, estava difícil viu?
 Frequentamos essa pizzaria há muitos e muitos anos só que no  Bom Retiro; Rua Barra do Tibagi,  406.
É sinônimo de boa pizza; quero dizer que, acredita-se que tem um nome a zelar.
Foram duas pizzas grandes; total de R$ 38,00 pelo Peixe Urbano. Pedimos a famosa Marguerita e requeijão com palmito. Palavras da minha filha: "A pizza estava meio fria, ficou a impressão de que fazem rápido, jogam tudo, dão uma esquentada, joga na bandeja e levam para servir". Acho engraçado esses comentários!
A famosa Charlotte, minha filha pede desde pequena estava "ao natural"(quer dizer que não estava boa, gelada como de costume).
Para se ter uma ideia, a conta demorou muito mais do que a Pizza...
O toillet feminino, estava "meio estranho", feito com madeirite, sem conservação, desleixo...
Massa fina, bem passada é a pizza original da Monte Verde.
Ficamos com saudades do Bom Retiro!
"Esse negócio de comprar no Peixe Urbano..."
Deus abençoe.

Arredores do AISP | Wow Burguer | Guarulhos

Wow Burguer
Av. Paulo Faccini, 2023
Em frente ao Bosque Maia
Com play ground e rede de Wi-fi, área exclusiva para eventos, além de estacionamento (grátis) com manobrista. O espaço único serve lanches diversos, saladas, pratos, omeletes, porções e bebidas. Bom atendimento, razoável.
A Hamburgueria é bem montada e bem decorada
Almoço razoável; não é delicioso mas também não é ruim.
Filé de Frango com legumes e arroz (acho sempre difícil comer arroz fora de casa).
Filé com Fritas 
Wrap
Petit gateau com sorvete de creme e chocolate, ou é o brownie? Agora não sei...
Uma amiga pediu essa sobremesa e não conseguiu comer. O Crepe Wow, recheado com doce de leite, estava horrível.
Frozen Iogurte
Cardápio
Fomos lá por duas oportunidades, acho que já foi o suficiente
Conta da segunda vez
Voltando para o aeroporto Internacional de SP.
Rodovia Presidente Dutra -  parada sentindo capital
Rodovia Helio Schidt - chegando ao AISP
A Av. Paulo Faccini não fica muito longe do Aeroporto Internacional de SP. Nessa avenida tem vários restaurantes, mais uma opção para quem está por ali.
Deus abençoe.